You know me but you don't know what I want. I need to get away from the boundary between staying and leaving. Nobody has to wait so long to escape from the each day without you. Therefore, return to the place that is yours and leave the marks of past in the time that they have been for you.. Now I'm like a wine at your desk, because I'm sweet and soft to celebrate all your rainy days. Forget my face between the fingers of the night who wants to hold you like a warm blanket to warm the words that never were spoken but you've needed to hide my true feelings during the feeling's winter. So, you are my danger in the paradise because I am happy and sad at the same time. Believe when I tell you are the best moment in my life but you were so tired and lost as a baby bird. Some day we remember things we made each other for hurting and searching without a reason. Tomorow I will be here again, for you and for me.
Hermano Alk
Bem-vindos ao meu Blog
Thursday, October 7, 2010
Artigo do Dia -Sonho de uma noite qualquer
É difícil explicar a sensação de que nada mudou quando tudo parece tão diferente do modo como aproximamos a lente dos olhos para ver o que restou de um sonho que nunca termina, embora permanentemente impossível de ser realizado. Os dias passam e as promessas ficam para depois da noite em que me assusto com tanta verdade guardada entre falsas palavras que dizem o contrário do que eu queria ouvir. Agora nada pode ser mais definitivo que a ruptura na imagem que guardei em meus pensamentos até o dia seguinte, porque eram feitas de açucar e atenção aos contrastes de um sorriso que ficou na boca amarga da manhã sem luz. De onde vem essa certeza em tudo que ainda não quero mas desejo encontrar a todo momento? Pelas ruas onde a vida não precisa fugir de mim eu sei que não terei garantias quanto às transpirações involuntárias do meu despertar nervoso à procura de você em mim ou na feliz coincidência de um outro momento entre as nuvens do híbrido céu vertical que me atormenta desde que passamos a ter outros motivos para não sermos mais. Uma noite qualquer como tantas que já deixaram poeira em meus arquivos de viagem ao limite do que eu seria se tudo não fosse apenas um ponto sem final.
Monday, September 6, 2010
Artigo do Dia - O Faro do Coiote
Hei de seguir teus vestígios até que a estrada encontre a linha que separa dois destinos seja encoberta pela poeira do esquecimento na fonte que alimenta o ar com teu cheiro, como predador das minhas previsíveis ilusões. O vento aponta o norte e apaga os sinais do tempo em meu nariz vermelho do teu sangue, enquanto procuro o faro do coiote adormecido em mim, por ter negado tua presença em meu solitário jantar sob a luz das estrelas, em meio às pegadas na areia do deserto que não sonhei por conta das indecisões que me faziam girar em sentido contrário ao momento certo do abate. Volto aos lugares onde perdi teu rastro e não encontro rituais de passagem ao meu sacrifício, porque não sei a direção de outros caminhos que não me levem ao teu chamado. Mesmo fraco e indefeso, luto para não fugir dos teus ataques e insisto no combate reticente que me aprisiona às tuas mordidas, a cada golpe certeiro da tua presença.
Tuesday, August 31, 2010
Article of the Day - Flowers of May
Things that you do not want to remember also remains in your memory as unforgettable traces of a presence so distant from the time that was forever marked for the indifference that you had better inside you for all your life. It was remnants of a joy that flooded in the mornings, because you certainly does not had another one will of to be happy as you was, decided between clear afternoons of summer, when it was made for the simple pleasure to be indefinitely absorbed for the necessity to be there, magic of the words that do not allow a translation without before they were eaten on the table of the satiated ones. To the few, the silence that slept your voice, when you’ve cried, raises its wings and fortifies the air for where you, now, wants to run away in the direction of the free winds of the imagination. The fast waters indicates the ways of safe edges that do not come back to the spring of the past in flames, left without vestiges in the useless attempts to breach the vicious cycle of the love. Your telephone already does not wait the nervous touch of the months of the uncertainty, even so you still thinks that everything would be decided with half dozen of possibilities, Now, does not have more place you to be, for this, it is necessary to follow with the choices that it had made gifts later that the Flowers of May had lowered to the level most critical of its capacity of overcoming. To live will be necessary, before the old station receives new tracks for where the hope insists on passing through.
Friday, August 27, 2010
Artigo do Dia - Há algo de podre no Front do Reino da Mandioca
Os últimos acontecimentos envolvendo espionagem e cerceamento da liberdade de expressão no Reino da Mandioca sugerem fortes indícios de que uma nova ditadura está a caminho, para tristeza e desespero dos que ainda respiram democracia como fonte de alimentação para seus projetos de vida pessoais e costumam acreditar no futuro como um bom lugar para se viver. Há grampos por toda parte, ninguém está livre das câmeras indiscretas de controle dos seus movimentos, tudo parece um filme sobre a Guerra Fria, não existe mais poder sobre as forças ocultas: as Forças Ocultas monitoram a Justiça e deliberam sobre quem deve ou não deve ser considerado inocente. Assistimos, estarrecidos, a ascenção dos medíocres e o exílio dos justos, ainda que tudo pareça fluir na mais perfeita ordem Quero acreditar que as pessoas do Bem sairão às ruas clamar por seus direitos de ir e vir, fazendo com que as leis prevaleçam sobre as arbitrariedades e não deixem que velhos fantasmas venham intimidar nossas esperanças de reconstruir um país que ainda não deixou de sonhar e que adotou a alegria como estilo de vida. Quanto a mim, estou pronto! Se for preciso, volto a calçar minhas velhas botas de abrir caminhos, ponho um laço colorido na testa, e, como um hippie cibernético, à Lara Croft, vou ao encontro de voçês, para juntos gritarmos em alto e bom som: Fora, Corrupção! Outra Vez, Não!!!
Friday, August 20, 2010
Artigo do Dia - Noites Claras sem Luar
O que dizer das promessas que não se cumpriram enquanto eram sinceras? Nada poderá desfazer os laços construídos sobre as pedras do rio que não passa mais em sua casa, se tudo era tão bonito quanto a delicada luz que atravessa meus pensamentos, apesar do brilho farto das palavras que ainda se movem entre as nuvens das noites claras sem luar. Todo meu abrigo se esconde na miragem negra dos olhos vazios de paisagens como estilhaços de alegria, enquanto volto a insistir na vontade de acreditar no infinito que se impõe como ressalva ao encontro do que ainda não ficou no passado. Sempre quero abrir os mesmos horizontes por onde a vida escorre e não me toca, porque ainda não me permito surpreender a ira dos acontecimentos, na curva dos erros cometidos por medo e conveniência aos anos esquecidos de minha outra face, emoldurada pelos caminhos abertos em nome da ilusão, sem perceber o quanto de mim ficou guardado para sempre no abraço adormecido em silêncio e prata. Sei que não duvido apenas do sorriso em branco deixado atrás da porta, onde tranquei os vestígios da cumplicidade repartida nos anéis das atitudes, embora fosse agora o momento incerto de aprender a falar de segredos, repartindo as horas da manhã impune, sempre que me vejo cada vez mais perto o bastante para não saber como voltar.
Saturday, August 14, 2010
Artigo do Dia - Conexão Anti-Dor
Mergulhar e prender a respiração até que o canto da sereia não mais possa ser ouvido. Entender que os antigos vestígios não mais serão decisivos para mudar os rumos dos acontecimentos. É natural que o olhar procure as estrelas sem que os pés toquem o chão, mas, a verdadeira face do infinito está revestida de loucura e contemplação. De vez em quando, o sorriso esboça um movimento regenerador, no entanto, ainda é cedo para reacender a chama azul que agoniza entre os labirintos da vontade de viver e sufocar a beleza refeita em palavras desprovidas de significados, como bússolas de alegria e generosidade. Eu sei que a vontade será tanta que os motivos virão das sobras do amanhecer que insiste em me deixar, na contramão dos desejos feridos em combates sem sobreviventes, feito gotas de um novo dia que começam a pingar entre os gritos de anunciação do horizonte esquecido nas fronteiras da razão. Tenho nove flexas apontadas para o alvo: uma delas atingirá o coração da maçã que não deve ser comida durante o jejum das vaidades a que me reservo, desde o momento em que me nego à entrega com medo de ser feliz outra vez. Juro que será eterno o que já foi dito entre parênteses, porém, libero a conexão anti-dor que imprime seu rascunho em meus pesadelos para que não volte ao mesmo caminho onde a vida termina quando eu lembro.
Thursday, July 22, 2010
Artigo do Dia - Considerações tardias sobre o que me leva a voçê (Noites de Amsterdã)
Nunca mais quero ouvir aquela voz dizendo para voltar ao mesmo lugar onde tudo começou. As palavras não me dizem o que devo fazer quando a razão termina, porque antes de acreditar na verdade, foi preciso mentir sobre o que me leva a voçê. As coisas eram bem mais simples quando não havia detalhes a serem esclarecidos, ou melhor, quando não havia motivos a sustentar dúvidas que nunca são memórias de um tempo feliz que passou. Recomeçar é preciso, agora e sempre, apesar das noites sem dormir, à espera do milagre que não está em mim. Da janela, ouço as estrelas de Amsterdã, caminho sobre as pedras em fogo e dirijo meu pensamento ao melhor que pude fazer enquanto anseio pelos anjos do amanhã, sempre fiel às promessas de ontem. Cuido de me proteger do frio, querendo saber quantos minutos me são permitidos até que algo sobrevenha aos sentidos e me faça adormecer sem que a cidade me impeça de soletrar um nome em letras miúdas, com medo de ser reconhecido por tanta fluidez. Não me digam o que já sei, mas preciso saber que horas passa o trem das borboletas, na velocidade que os olhos permitem que eu seja. Outro dia, novo endereço. Coisas que não me competem julgar, até porque sou um estranho nos lugares por onde andei.
Friday, July 16, 2010
Artigo do Dia - Quando dois e dois são cinco
O que passou, passou. Não há como refazer o caminho de volta aos instantes em que tudo poderia ser resumido à perfeição. Sempre que insistimos em lidar com os momentos como se eles pudessem ser eternizados, caímos na armadilha do tempo, protagonizando as mesmas cenas sob um novo cenário. Como não podem ser mensurados pela vertente do acaso, os acontecimentos sugerem novos ângulos de percepção aos que se aprisionam em lembranças inúteis, embora reticentes quando se quer fazer de conta que é feliz. Os números, às vezes, não apresentam resultados exatos, assim como nada é tão fatídico que não mereça uma leitura flexível, para entender o porquê de tantas contradições no vai-e-vem das incertezas no que se refere à felicidade. Queremos isso e não cuidamos daquilo, logo, ou não utilizamos o verso da moeda, ou, quase sempre, idealizamos imagens distorcidas de uma realidade que não corresponde ao presente, até onde nos conhecemos. É preciso aprender a contar de outra forma: o mundo não precisa de fórmulas para satisfazer a equação dos seus mistérios. Aliás, tudo é perfeitamente explicável desde que não se tenha a pretensão de atribuir erros aos acertos do passado, ou, melhor dizendo, ao plano de fuga que não rabiscamos na memória, porque não era imprescindível sofrer. Quando dois e dois são cinco, milagres acontecem, as coisas mudam de lugar e regras não costumam ter exceções.
Tuesday, July 13, 2010
Artigo do dia - À luta, companheiro.
A casa caiu, mas as paredes ficaram. Sou mais forte agora porque sei o bastante para hoje. Quem precisa aprender depressa acorda antes do Sol nascer e procura a estrela que ainda brilha na noite dos desesperados, para de novo acontecer entre as nuvens que já não carregam chuvas de dor, apesar dos sorrisos guardados na pele desde que me vi por inteiro no retrovisor da vida. A chama persiste, o verão está por vir, enquanto os restos da carne desfiada explode nos out-doors coloridos que norteiam meus pensamentos. Agora é esperar o que há de ser. Não temerei diante do fator imponderável nos meus dias, mesmo que nada seja eterno enquanto sopro de esperança. Aliás, nem me lembro o que motivou essas lembranças, se o que era já não pode estar mais comigo. Passa, vento. Quero abrir logo uma janela que refresque a ausência do que nunca tive. Vou olhar as coisas mais de perto, apreciar o óbvio que alimenta meus dias e negar tudo que sonhei como projeto de inspiração. A História passa a não se repetir como deveria, mas estou certo quanto ao trecho percorrido antes da virtual chegada. As luzes ainda piscam entre os olhos cegos de miragens e as flores crescem à revelia das estações, porquanto sou realidade em decomposição e fragmento do que de melhor poderia ter oferecido aos deuses da manhã.
Friday, July 9, 2010
Artigo do Dia - Tem dia que é assim mesmo...
Ontem eu fugia. Hoje voçê sumiu. Quem sabe um dia a vida nos convide para entender, ou melhor, quando tudo não passar de um equívoco ou lapso de memória, antes que não seja mais possível voltar atrás. Tem dias em que eu sei, noutros nem te reconheço, às vezes não sei dizer, mas nunca preciso revelar. Portanto, tenho que seguir adiante e nunca ter que pagar o preço dos esquecidos, levando o que posso e deixando o que é preciso por onde passo, à espera de sinal que me leve aos olhos assustados pela noite em que te vi partir. Volta e meia estou aqui, voçê sempre vai estar por perto, farejando meus medos, fazendo de tudo para que nada mude nas entrelinhas dos sonhos que guardei sob a luz da lua azul entrecortada pelos desertos da alma à procura da água milagrosa que me deixa dormir. Sempre foi assim, nada vai mudar, é só uma questão de tempo e necessidade. Um dia, quem sabe, amanhã, talvez... quem se importa em que lugar? Quero o antes que aconteça, mesmo que seja tudo igual. Por isto, é imprescindível jejuar, insistir, abrir portais, mergulhar na escuridão, sentir o imponderável, custar a crer, se o que vale a pena é traduzir o sentimento que aflora em nossas teias. Agora, durma, tente lembrar quantas vezes sonhamos o mesmo pesadelo que invalida qualquer motivo para não sermos mais . Tem dia que é assim mesmo ... não somos o que pensamos, porque fomos marcados e ponto final.(?)
Thursday, July 1, 2010
Artigo do Dia - Chuva e sol
Chove lá fora. O Sol que brilha em mim insiste em propagar sua luz, lembrando que nada como um dia após o outro. Quando tudo parece nebuloso em nossas vidas, é preciso restaurar o Sol que existe acomodado no lado esquerdo do peito, como uma bomba prestes a explodir, espatifando as dores que desafiam os momentos de escuridão a que somos expostos todos os dias. Ele pode ser ativado nas mínimas coisas, desde que solicitado adequadamente por atitudes sinceras de mudanças irreversíveis no cotidiano das pessoas, mediante a adoção de gestos simples que fazem toda a diferença no resultado que se deseja atingir, no que diz respeito às cores da estação. Todos os dias, como um ritual pragmático de libertação, insira os benefícios do Sol em sua janela, ao acordar. Lembre-se dos dias felizes que lhe fizeram apostar nos sonhos, tente não estabelecer paralelos de contradição dentro do seu projeto pessoal, adote a postura de quem já viveu o bastante para acreditar na possibilidade de ser feliz, mesmo que a chuva pareça crescer o bastante para ofuscar suas promessas de reversão de valores. Endenda a chuva como um processo de renovação dos sentimentos, uma pausa na dores, uma certeza de que sua voz não calou o bastante para desistir da luta. A chuva rega as flores que enfeitam os caminhos por onde voçê passa todos os dias, sem perceber que tudo está ali, basta tocá-las. O Sol há de vir sobre a chuva porque a vida é feita de luz.
Monday, June 28, 2010
Artigo do Dia - Como se fosse a primeira vez
Por onde seguir, se não há caminhos a percorrer? Vivo em função da espera do que não sei e não imagino a cor dos olhos do medo, perplexo em tuas mãos, por onde os sonhos não acontecem e a vida insiste em me delatar, preso em imagens do que ainda torno possíveis ao meu destino, antes que tudo adormeça em cada nova surpresa. Lá vou eu, de novo, acreditar no perfume das manhãs, sem me dar conta das idas e vindas do sol que já não brilha nas tardes em que fui tão inocente, sem saber o quanto desejei estar presente nos lugares aonde não passei. Talvez esqueça as tempestades, quem sabe inaugure outra ilusão, porque aprendi que não basta ser apenas o mesmo para que tudo se torne tão igual quanto antes. Agora, sou começo e infinito. Meço as palavras com o pulsar das incertezas que mantiveram vivas as alegrias de um mundo que nunca foi tão meu, embora refaça os mesmos gestos que me tornaram um dia mais feliz. Outra vez querer, mergulhar na solidão, apostar no imensurável, refletir sobre a canção que me leva até voçê, antes do frio atroz de maio, quando a dor era apenas uma possibilidade. Não entendo outra razão que não seja o desespero de estar ali, contando os minutos para refazer meus passos, buscar o tempo que me satisfaz na breve lucidez dos pensamentos, sem nada pedir aos instantes que me separam dos campos minados por quem sou ferido na alma, como portas que se derrubam até que sejam esquecidas. No mais, quero voltar e recair sem esperanças, até que o dia aconteça, como se fosse a primeira vez.
Wednesday, June 23, 2010
Artigo do Dia - O Savoy é uma festa
Entro no Savoy como quem alcança o vento antes da curva do tempo. Piso nas estrelas derramadas sobre o piso escorregadio que remetem ao epitáfio do Poeta cravado nos copos de Chopp (são trinta?) cor-de-madrugada que entornamos, eu e minha saudade, goela abaixo. Sou advertido quanto ao modo de usar o vaso sanitário bicolor e recebo as chaves da cidade antes que o Recife desfaça o presumível convite ao entardecer das horas. Um soldado entoa hinos gloriosos à pátria querida, no mesmo instante em que o casal da mesa ao lado discute a relação entre socos e pontapés. Ao garçon, peço uma cartola e a mesma coxinha hollywoodiana que só se come por aqui, para que nada seja alterado na paisagem que carrego vida a fora, como se a cidade emoldurasse minhas lembranças dos parques do Casa Amarela, quando nada era para sempre nas matinês do Rivoli. O Savoy é uma festa: vou dormir pensando que ainda existo enquanto canção e sou arrastado pela manhã que nunca vem.
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