Things that you do not want to remember also remains in your memory as unforgettable traces of a presence so distant from the time that was forever marked for the indifference that you had better inside you for all your life. It was remnants of a joy that flooded in the mornings, because you certainly does not had another one will of to be happy as you was, decided between clear afternoons of summer, when it was made for the simple pleasure to be indefinitely absorbed for the necessity to be there, magic of the words that do not allow a translation without before they were eaten on the table of the satiated ones. To the few, the silence that slept your voice, when you’ve cried, raises its wings and fortifies the air for where you, now, wants to run away in the direction of the free winds of the imagination. The fast waters indicates the ways of safe edges that do not come back to the spring of the past in flames, left without vestiges in the useless attempts to breach the vicious cycle of the love. Your telephone already does not wait the nervous touch of the months of the uncertainty, even so you still thinks that everything would be decided with half dozen of possibilities, Now, does not have more place you to be, for this, it is necessary to follow with the choices that it had made gifts later that the Flowers of May had lowered to the level most critical of its capacity of overcoming. To live will be necessary, before the old station receives new tracks for where the hope insists on passing through.
Hermano Alk
Bem-vindos ao meu Blog
Tuesday, August 31, 2010
Friday, August 27, 2010
Artigo do Dia - Há algo de podre no Front do Reino da Mandioca
Os últimos acontecimentos envolvendo espionagem e cerceamento da liberdade de expressão no Reino da Mandioca sugerem fortes indícios de que uma nova ditadura está a caminho, para tristeza e desespero dos que ainda respiram democracia como fonte de alimentação para seus projetos de vida pessoais e costumam acreditar no futuro como um bom lugar para se viver. Há grampos por toda parte, ninguém está livre das câmeras indiscretas de controle dos seus movimentos, tudo parece um filme sobre a Guerra Fria, não existe mais poder sobre as forças ocultas: as Forças Ocultas monitoram a Justiça e deliberam sobre quem deve ou não deve ser considerado inocente. Assistimos, estarrecidos, a ascenção dos medíocres e o exílio dos justos, ainda que tudo pareça fluir na mais perfeita ordem Quero acreditar que as pessoas do Bem sairão às ruas clamar por seus direitos de ir e vir, fazendo com que as leis prevaleçam sobre as arbitrariedades e não deixem que velhos fantasmas venham intimidar nossas esperanças de reconstruir um país que ainda não deixou de sonhar e que adotou a alegria como estilo de vida. Quanto a mim, estou pronto! Se for preciso, volto a calçar minhas velhas botas de abrir caminhos, ponho um laço colorido na testa, e, como um hippie cibernético, à Lara Croft, vou ao encontro de voçês, para juntos gritarmos em alto e bom som: Fora, Corrupção! Outra Vez, Não!!!
Friday, August 20, 2010
Artigo do Dia - Noites Claras sem Luar
O que dizer das promessas que não se cumpriram enquanto eram sinceras? Nada poderá desfazer os laços construídos sobre as pedras do rio que não passa mais em sua casa, se tudo era tão bonito quanto a delicada luz que atravessa meus pensamentos, apesar do brilho farto das palavras que ainda se movem entre as nuvens das noites claras sem luar. Todo meu abrigo se esconde na miragem negra dos olhos vazios de paisagens como estilhaços de alegria, enquanto volto a insistir na vontade de acreditar no infinito que se impõe como ressalva ao encontro do que ainda não ficou no passado. Sempre quero abrir os mesmos horizontes por onde a vida escorre e não me toca, porque ainda não me permito surpreender a ira dos acontecimentos, na curva dos erros cometidos por medo e conveniência aos anos esquecidos de minha outra face, emoldurada pelos caminhos abertos em nome da ilusão, sem perceber o quanto de mim ficou guardado para sempre no abraço adormecido em silêncio e prata. Sei que não duvido apenas do sorriso em branco deixado atrás da porta, onde tranquei os vestígios da cumplicidade repartida nos anéis das atitudes, embora fosse agora o momento incerto de aprender a falar de segredos, repartindo as horas da manhã impune, sempre que me vejo cada vez mais perto o bastante para não saber como voltar.
Saturday, August 14, 2010
Artigo do Dia - Conexão Anti-Dor
Mergulhar e prender a respiração até que o canto da sereia não mais possa ser ouvido. Entender que os antigos vestígios não mais serão decisivos para mudar os rumos dos acontecimentos. É natural que o olhar procure as estrelas sem que os pés toquem o chão, mas, a verdadeira face do infinito está revestida de loucura e contemplação. De vez em quando, o sorriso esboça um movimento regenerador, no entanto, ainda é cedo para reacender a chama azul que agoniza entre os labirintos da vontade de viver e sufocar a beleza refeita em palavras desprovidas de significados, como bússolas de alegria e generosidade. Eu sei que a vontade será tanta que os motivos virão das sobras do amanhecer que insiste em me deixar, na contramão dos desejos feridos em combates sem sobreviventes, feito gotas de um novo dia que começam a pingar entre os gritos de anunciação do horizonte esquecido nas fronteiras da razão. Tenho nove flexas apontadas para o alvo: uma delas atingirá o coração da maçã que não deve ser comida durante o jejum das vaidades a que me reservo, desde o momento em que me nego à entrega com medo de ser feliz outra vez. Juro que será eterno o que já foi dito entre parênteses, porém, libero a conexão anti-dor que imprime seu rascunho em meus pesadelos para que não volte ao mesmo caminho onde a vida termina quando eu lembro.
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